Óia a educação!!

Primeiro é bom que se deixe claro, educação vem de berço e, no caso dos estudantes da USP, o que se vê é que a turma de cima do convés continua querendo estar acima da lei e os filhos receberam a mesma educação e querem manter seus privilégios.

Comentário de Gilberto Dimenstein, na Fiolha On Line:

A declaração do ministro Fernando Haddad sobre a desocupação da reitoria da USP foi um desastre. Não teve absolutamente nada de educativa. Em vez de pregar o respeito à lei e ao Estado de Direito, sugeriu a aceitação à desordem.

Haddad disse que a polícia não poderia tratar a USP como se fosse a cracolândia, e a cracolândia como se fosse a USP.

O problema, entretanto, não é a maconha (os leitores aqui sabem que sou favorável à descriminalização).

O problema é que um prédio público foi invadido numa ação radical e minoritária. A Justiça determinou a reintegração de posse. E a polícia cumpriu.

Exatamente, aliás, como estão fazendo com os sem-teto que invadiram nesta semana prédios na cidade de São Paulo.

O que Haddad está dizendo, na prática, é que invadir um prédio público pode, em certas circunstâncias, ser aceito por todos e amparado pela Justiça.

Para tentar agradar o eleitor, Haddad tentou se mostrar contra a ação policial. O que poderia soar bem. Errou: aquele grupo não representa nem a comunidade da USP. Muito menos o eleitor.

O desastre, porém, é que se Haddad for eleito, será cobrado por desocupar prédios públicos invadidos.

Ou seja, ele começou mal sua campanha eleitoral.

Não é nem questão de campanha eleitoral, é questão mesmo de quem pode e que  não pode, o quê pode e o quê não pode…Que o PT deixou de ser um partido de esquerda e que defende os trabalhadores está mais que claro. Desde que assumiu o poder, o PT só fez aumentar a contribuição dos programas sociais para ter um curral eleitoral imbatível, capaz de manetr o partido no poder. Sua tangência agora é aproveitar do poder e todas as benesses que ele dá,  inclusive.

Ao falar da forma como ocorreu a reinteração de posse da reitoria da UP, o Direito faz o seu papel e a polícia também. restituir o direito e o respeito à lei ´pe dever de todo “bom” cidadão. Infelizmente, no Brasil o “bom cidadão” que paga seus impostos é feito de palhaço, pois além de financiar estuds para um bando de marginais, auxilia a formação daqueles que estarão usufruindo das benesses do próprio Estado amanhã, quando se formarem e com seu currículo da melhor univerdiade da América Latina forem ocupar cargos públicos em empresas estatais ou, quando não, diretamente nos poderes constituídos (Legislativo, Executivo, ou o que é pior para nós verdadeiros “bons cidadãos”, no Judiciário).

Não se pode comparar a falta de  bom senso de quem amanhã pretende se candidatar à maior prefeitura deste país, ou aina querer ocupar cargos executivos ainda maiores, já que o curral eleitoral está garantido.  O patrimônio público destruído, as pichações, se fossem produzidas em qualquer outro patrimônio público contaria com a prisão e fiança completa para os “bosn cidadãos” saírem do crime.

Mas, em se tratando dos filhotes de burguesia – aquela que chega ao ensino público de qualidade mesmo tendo PAItrocínios que lhe garantem estudar nas melhores e mais caras escolas particulares ou cursinhos para competir no mais dificil vestibular do País – esse ainda contam com as benesses da lei e de apoio de um ministro de governo, o da Educação. 

Agora, os alunos, que não pagam faculdade, utilizam o patrimônio público e usufruem do melhor ensino, querem deixar de estudar para promover uma greve geral com o lobjetivo de politizar uma discussão em torno da presença ou não da PM na USP.  Muitos utilizam os velhos discursos de esquerda contra uma ditadura que já morreu, já foi enterrada e apodreceu, mas insistem nos discursos que colocaram velhas raposas no poder e que vivem de namoricos com governos autoritários (Hugo Chávez, Ahmadinejad, Muamar Kadafi – tratado como grande líder) prontos para tentar calar a boca da imprensa e assim implantar no Brasil uma veia autoritária, para não dizer que já impingem isso ao povo, quabndo o compra com o tal Bolsa Família, Bolsa Educação, entre outras bolsas.

Se os alunos da USP não estivessem preocupados em apenas fumar maconha, fazer sexo nos carros e estudr um pouco mais, estariam lutando sim por uma verdadeira democracia, talvez, conhecendo um pouco mais sobre a palavra e seu verdadeiro significado, em vez de ficar batendo no peito contra a presença da PM nos campi, sem explicar ou apresentar argumentos convincentes para serem diferentes dos “bons cidadãos de bem”, que conseguem conviver de forma clar, livre e altiva com ou sem a PM por perto.